Cidade de Deus

Meu irmão, eu fumo, eu cheiro, já roubei, já matei ...
Não sou criança não. Sou sujeito homem.

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Filé com Fritas

INTRODUÇÃO

Cinco anos depois de sua publicação, um dos romances brasileiros mais importantes da década de 90 chega aos cinemas para contar, num painel ágil e visceral, como o crime organizado se instalou nas favelas do Rio.
Lançado em 1997, Cidade de Deus, de Paulo Lins, foi levado às telas por Fernando Meirelles (Menino Maluquinho 2 e Domésticas, o Filme). Mas Fernando define Cidade de Deus como um "filme de turma" - uma obra que não teria sido a mesma sem a contribuição de toda a equipe, principalmente da co-diretora Katia Lund; do roteirista Bráulio Mantovani; do diretor de fotografia César Charlone; do montador Daniel Rezende e do diretor de arte Tulé Peake. Sem mencionar o elenco, formado por centenas de jovens atores, quase todos em seus primeiros papéis no cinema. A pré-estréia mundial aconteceu em maio passado, no Festival de Cannes, onde o filme foi considerado a grande descoberta do evento: "É uma sensação maravilhosa entrar numa sala de projeção para assistir a um filme de que pouco se sabe e perceber que se está diante de uma obra-prima", escreveu Andrew Pulver, do jornal inglês The Guardian.

SINOPSE

O principal personagem do filme Cidade de Deus não é uma pessoa. O verdadeiro protagonista é o lugar. Cidade de Deus é uma favela que surgiu nos anos 60, e se tornou um dos lugares mais perigosos do Rio de Janeiro, no começo dos anos 80.
Para contar a estória deste lugar, o filme narra a vida de diversos personagens, todos vistos sob o ponto de vista do narrador, Buscapé.
Este, um menino pobre, negro, muito sensível e bastante amedrontado com a idéia de se tornar um bandido; mas também, inteligente suficientemente para se resignar com trabalhos quase escravos.
Buscapé cresceu num ambiente bastante violento. Apesar de sentir que todas as chances estavam contra ele, descobre que pode ver a vida com outros olhos: os de um artista. Acidentalmente, torna-se fotógrafo profissional, o que foi sua libertação.

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Busca-pé

Buscapé não é o verdadeiro protagonista do filme: não é o único que faz a estória acontecer; não é o único que determina os fatos principais . No entanto, não somente sua vida está ligada com os acontecimentos da estória, mas também, é através da sua perspectiva que entendemos a humanidade existente, em um mundo aparentemente condenado por uma violência infinita.

Fernando Meirelles

A leitura de Cidade de Deus foi como uma revelação. A revelação de um outro lado do meu próprio país. Eu acreditava que conhecia o apartheid social que existe no Brasil até ler o livro. Percebi que nós, da classe média, não somos capazes de enxergar o que está na nossa cara. Não temos a dimensão do abismo que separa estes dois países: O Brasil e o Brasil. Estado, leis, cidadania, polícia, educação, perspectiva e futuro são conceitos abstratos, mera fumaça quando vistos do outro lado do abismo.

Decidi fazer um filme que fosse fiel ao partido do livro: filmado de dentro para fora da favela. Um filme sem cenários e sem técnicas de interpretação, aliás sem atores profissionais, mas com garotos que vivem aquela realidade, e que podem nos trazer ao menos a sensação do que é viver à margem. Por sorte consegui encontrar outros malucos que mergulharam no projeto com a mesma paixão. Fizemos o filme na raça, movidos a entusiasmo.

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A turma de Zé Pequeno

O Livro

Cidade de Deus, o livro que deu origem ao filme, nasceu de uma extensa pesquisa em um conjunto habitacional do Rio onde Paulo Lins foi criado. O autor passou 8 anos entrevistando pessoas e recolhendo dados sobre a organização do narcotráfico, que desencadeou uma guerra que marcou a história do bairro durante os anos 70 e 80.

Este romance de estréia de Paulo Lins, lançado pela Cia. Das Letras, rapidamente se transformou em sucesso de crítica e em best-seller no Brasil.

PAULO LINS

Em 1982, eu gravava entrevistas com pessoas ligadas direta e indiretamente à criminalidade em Cidade de Deus para o projeto "Crime e Criminalidade nas Classes Populares" da antropóloga Alba Zaluar. Ela me pediu para escrever um artigo de antropologia e eu falei que a minha vontade era fazer Literatura. Assim, escrevi um poema que foi publicado na revista "Novos Estudos Cebrap" através de Roberto Schwarz que na ocasião me incentivou a escrever um romance. Comecei a escrever o livro Cidade de Deus em 1986 e acabei dez anos mais tarde. O Romance foi publicado em 1997.

Enquanto escrevia, imaginava que algum dia aquela história poderia ser transformada em filme. Eu sempre gostei de cinema, cheguei até participar do Cineclube Cidade de Deus de 1980 até 1987. Esse cineclube mostrava filmes políticos como "Braços cruzados, Máquinas Paradas" e "Eles não usam Black Tie." Imaginava que se o "Cidade de Deus" virasse filme, muito mais gente poderia participar da discussão dessa realidade.

Fiquei muito animado com o entusiasmo de Fernando Meirelles quando ele me passou suas primeiras idéias de como desenvolveria o projeto do filme, por isso vendi os direitos...

Fico feliz do livro "Cidade de Deus" estar alcançando cada vez mais público com o lançamento desse filme e as traduções para italiano, francês, catalão, sueco, dinamarquês e em breve, inglês. Com isso vamos aumentar o debate sobre violência, miséria, abandono e educação no Brasil.

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Dadinho (Zé Pequeno quando menino)

O sitio do filme.

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Iniciativa Galega polo Software Libre

Nunha xuntanza con membros de diversos GUGLs (Grupos de Usuarios de GNU/Linux) galegos (AULUSC, GALPon, GPUL, GULO, GLUG e AGNIX) mantida onte no CESGA, a Dirección Xeral de Promoción Industrial e da Sociedade da Información representada por Antonio Pérez Casas achegounos a invitación do Conselleiro de Innovación e Industria, Fernando Xavier Blanco Álvarez, ao acto de presentación da Iniciativa Galega polo Software Libre: mancomun.org.

O acto está precisto para o vindeiro mércores 10 de maio ás 12 hs no Salón Pequeno (nº 2) da Xunta de Galicia.

Publiqueino en AGNIX.

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Activistas pro-Firefox ‘destruirán’ o Explorer

Un grupo autonomeado Activistas Políticos de Massachusetts, EE.UU., comezaron unha agresiva campaña para que os usuarios e usuarias troquen o navegador de Micro$oft Internet Explorer cara o Firefox.

A campaña, nomeadamente O Destructor do Explorer (Explorer Destroyer), aprovéitase dunha iniciativa do Google ao pagar US$1 por cada referencia ao Firefox feita a traverso da barra de ferramentas do Google que tes á dereita do teu Firefox, trala barra de enderezos.

Seguro que queres que a xente troque cara o Firefox. Google está a pagar US$1 por cada referencia que faga un novo usuario. Agora podes facer avanzar os teus ideais, salvar á xente das fiestras emerxentes (popups) e mailo software espía (spyware) ademais de acadar unha importante cantidade de cartos.

Por cada persoa que consiguas facer trocar cara o Firefox obtés 1 dólar.

Como colaborar? Vaite á páxina Explorer Destroyer e sigue as instruccións para instalar un guión (script) que detecta a presenza do IE, etc, etc e tal :-)

Fonte.

Publiqueino en AGNIX.

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Moitas controversias polo pago de fotos con RMS no FISL

O sitio BR-Linux está mantendo o fío xerado durante o pasado FISL a redor do pago polas fotos co fundador da FSF, Richard M. Stallman e que reflictimos eiquí.

De feito xa apareceu un texto que aclara a opinión do autor orixinal e varios máis coma estoutro que abre unha enquisa sobor deste tema e até un titulado GNU/Picture: tenha a sua imagem livre ao lado do fundador da Free Software Foundation que parodia estes feitos e que a seguir reproduzo:

O propósito da licença GNU Free Documentation License é permitir que documentos sejam livres, garantindo a todos a liberdade efetiva de copiá-lo e redistribui-lo, com ou sem modificações, tanto comercialmente como não comercialmente. Quando O Alessandro Faria me enviou uma foto sua com o criador da Free Software Foundation, pela qual pagou ao modelo a taxa solicitada de R$ 5,00, ele o fez segundo os termos de uso do BR-Linux, colocando-a sob a licença GNU FDL - de autoria do próprio Stallman.

Sabendo do interesse que as fotos e outros recuerdos da rotunda estrela maior do FISL vêm despertando nos últimos dias, e tendo lido o relato de colegas usuários e fãs do software livre que gostariam de ver sua imagem ao lado da hirsuta figura, mas foram repelidos por ele ao aproximar-se sem disposição de doar o óbolo solicitado, mesmo sabendo da nobre finalidade a que se destinava no caixa da instituição mais essencial para a história do movimento do software livre, e dotado ainda de softwares livres como o GNU Image Manipulation Program, a cuja existência devo a possibilidade de ter visualizado todas as mais de 400 fotos do evento que foram enviadas para o BR-Linux e selecionado quais iriam ser publicadas, resolvi oferecer minha parcela de contribuição.

Com vocês: a GNU/Picture!

A imagem está disponibilizada sob a licença GNU FDL, e você pode criar trabalhos derivados (colando sobre ela sua foto 3x4, preferencialmente usando cola produzida apenas com matérias-primas livres) e redistribui-las nos termos da licença, sem seções invariantes. Ao fazê-lo, recomenda-se atender ao espírito da solicitação do modelo, e considerar a hipótese de fazer uma doação para a FSF - mas voluntariamente, e não como forma de pagamento ou condição - seja em dinheiro, código ou contribuindo seu esforço para a disseminação da causa da liberdade de software. Brincadeiras à parte, e a despeito das peculiaridades de nosso estimado patrono, a Free Software Foundation é uma instituição séria e que merece todo o nosso apoio todos os dias - mas sem rigores de seriedade, como nos recomenda o próprio Saint Ignucius, ao final de sua página sagrada.

Podes ollar os resultados da devandita enquisa e reflicitir a túa.

Publiqueino en AGNIX.

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Sem Parar

A vida é feito andar de bicicleta: se parar você cai.
Vai em frente sem parar, que a parada é suicida, porque a vida é muito curta e a estrada é comprida.
Você sobe e você desce na escada da vida e às vezes parece que a batalha tá perdida e que você voltou pro ponto de partida.
Vai à luta, levanta, revida!
Vai em frente, não se rende, não se prende nesse medo de errar, que é errando que se aprende que o caminho até parece complicado e às vezes tão difícil que você se surpreende quando sente de repente que era tudo muito simples - vai em frente que você entende.

Boa sorte, firme e forte, vai com a força da mente.
Vai sabendo que não há nenhum peso que você não agüente.
Vai na marra, vai na garra, vai em frente.
E se agarra no seu sonho com unhas e dentes.
Pra saber o que é possível é preciso que se tente conseguir o impossível, então tente!
Sempre alimente a esperança de vencer.
Só duvide de quem duvida de você
.

Sem parar, sem parar, se parar você cai!
Demorou, demorou! Pedala aí!
Então não pára o movimento, vai em frente, vai!
Sem parar, sem parar, se parar você cai!
Demorou, demorou! Pedala aí!
Não repara no mau tempo que o sol já sai.
Vai em frente, sem parar que se parar você cai!
Vai em frente, enfrente, enfrenta, vai!

Vai agora, não chora.
Ignora a energia negativa lá fora, porque dentro de você existe um poder bem maior do que você pensa.

Vai atrás da recompensa e se houver inveja e se ouvir ofensa você responde com a força do perdão.
E aumenta sua crença cada que vez ouvir um não, porque todo não esconde um sim.
Ainda é só o começo, vá até o fim.
Aprenda nos tropeços, não olhe pro chão.
Olhe pro céu.
Olhe pra vida sempre de cabeça erguida que no fim do túnel tem uma saída, mesmo quando você não consegue ver a luz.
Feche os olhos que uma força te conduz.
Vai em frente, vai seguro, faz um furo nesse muro que o escuro se esclarece.
Vai em frente, simplesmente vai em frente que o futuro é um presente que a vida te oferece.

Sem parar, sem parar, se parar você cai!
Demorou, demorou! Pedala aí!
Então não pára o movimento, vai em frente, vai!

É na dor que o recém-nascido aprende a chorar.
Pra encontrar a cura você tem que procurar.
É no choro que o recém-nascido aprende a respirar.
Então respira fundo que a vitória tá no ar.
Vai indo, vai na tua, vai você.
Vai nessa, vai na boa, vai vencer.
Acredite no bem, que fazer o bem faz bem.
Faça o bem que faz acontecer.
Vai na fé, vai a pé, vai do jeito que der.
Vai até onde puder, vai atrás do que tu quer.
Vai andando, vai seguindo, vai pensando, vai sentindo, vai amando, vai sorrindo, vai cantando, vai curtindo, vai plantando e vai colhendo, vai lutando pela paz - vai dançando no ritmo que o tempo faz.
Vai de peito aberto.
Vai dar certo.

Confiante que o distante num instante fica perto.
Fica esperto, vai! Com a força de vontade.
Vai à vera, não espera a oportunidade.
Não aceita humilhação mas não perde a humildade.
E nunca abra a mão da sua dignidade.

Sem parar, sem parar, se parar você cai!
Demorou, demorou! Pedala aí!
Então não pára o movimento, vai em frente, vai!
Se parar você cai, se cair cê levanta.

Gabriel O Pensador - "Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo"

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Crea o teu propio GNU/Linux

Acotío ollamos como medra o número de cds-vivos baseándose nalgunha das meirandes distribucións de GNU/Linux coma Debian, Slackware, RedHat...

Até hai algunhas distros coma a Kurumin, baseada a súa vez na Knoppix e esta na Debian :-), que inclúen scripts para personalizar a devandita Kurumin e daquela facer dela a túa propia versión. Así xordiu, por exemplo a Kalango.

GENDIST é outro dos varios proxectos existentes coa finalidade de xerar novos cds-vivos. GENDIST axúdate a automatizar o proceso de manter o teu sistema de ficheiros raíz, o teu sistema de ficheiros do CD e empaquétao todo. Na actualidade hai un desenvolvemento seu liderado por Jesús Espino (membro de GUL, Universidade Carlos III de Madrí) que, grazas a empregar coma calzador a Metadistros, fai aínda máis sinxelo e rápido todo este proceso.

Resta sinalar aínda moitas outras opcións para acadar a teu propio cd-vivo, até podes facelo dende cero con LFS. O que si semella evidente a cada dia que pasa é que este obxectivo estase a converter nun xogo de nenos. Canto queda para termos unha aplicación na que só facer seguinte, seguinte e queimar o teu cd-vivo? Acho que case nada ;-)
Tamén podes crear o teu propio cd de instalación coa selección de paquetes que queiras, baseándote nas principais distros, etc, e todo vía web eiquí co método seguinte, seguinte ata rematares.

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Por que ‘asennadas’?

asennadas é o alcume que elixín para a miña andaina pola Internet.
Sinala o ano e país onde nacín, o amor á familia, o amor pola nosa língua, o amor á terra e terras onde habitei e habito, a afección que teño dende neno (que lle imos facer!) á tecnoloxía e aos retos (sonvos racing) e a admiración ao traballo serio e ben feito, á honestidade, sinceridade, xustiza social, entrega, compromiso... paixón.

asennadas é a homenaxe ao meu coetáneo e sempre lembrado

Ayrton Senna da Silva

É Senna no molhado ruando prá cima ...

Valeu Ayrton!
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