E agora comeza a guerra pola Web 3.0

Estamos case que fartos de escoitar nos últimos tempos o termo Web 2.0, sen saber ben que é ou por tratarse dun invento con fins comerciais. Agora o director de Google, Eric Schmidt, atrévese a definir a Web 3.0. Schmidt predí que a Web 3.0 será un conxunto de aplicacións que:
- poderán traballar todas xuntas,
- serán relativamente pequenas,
- xestionarán datos que estarán ‘na nube‘,
- poderán ser executadas en calquera dispositivo (PC, móbil),
- serán moi rápidas y moi personalizables,
- poderanse distribuir viralmente (redes sociais, email)

Acontece que isto semella ser o obxectivo de Facebook, unha especie de Sistema Operativo Social vía web.

Sendo así, moitos xa anticipaban o interese de Google en investir ou até mercar a Facebook. Isto non acontecerá pois será a súa competencia máis directa, Micro$oft, quen finalmente fará tal investimento.

Estando así a situación, a estratexia de Google pasa por tentar crear a súa propia Web 3.0. Para ilo, o xigante das procuras en Internet está patrocinando o proxecto Socialstream.

Socialstream é o resultado do patrocinio de Google como toque final ao programa master do Instituto de Interacción Humano-Computador da Universidade Carnegie Mellon.

Por certo, a Web 3.0 xa ten entrada na Wikipedia.

G.O.S.

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2° Encontro Nacional do BrOffice.org

Aconteceu o venres 26 de otubro. Grazas a Claudio F. Filho, un auténtico impulsor de iniciativas a prol do Sw Libre (BrOffice, Mozilla-br, PostgreSQL-br) a comunidade galega puido particpar neste encontro a través de Mancomun.org e algunhas persoas interesadas.

Alén dalgúns problemas técnicos iniciais o evento comezou do xeito apropiado. Inaugurou a serie de intervención Marcos Mazoni, director-presidente do SEPRO que é o Servizo de Porcesamento de Datos do Brasil. Resultoume moi atractiva a súa intervención polo pausado da súa fala, a claridade de ideas e maila firmeza defendendo o Sw Libre. Tras el, Giovani Salomon, do sindicato de empresas de informática, resaltou todo o sinalado.

Logo véu o Claudio. Velo provocou en min moita ledicia á vez que emoción pois xa levamos tempo compartindo ideas, iniciativas e inquedanzas. Con todo, acho que a amizade xa está presente entre nós. Fixo unha análise da historia do proxecto BrOffice ata estar hoxe a máis de 10 millóns de computadoras do país.

Suso Baleato explicou aos diferentes puntos conectados (cinco en Brasil, Alemaña, Escocia e nós) o que supón Mancomun.org, os seus ámbitos de actuación emailas distintas alternativas que abrangue. Porén, tendo en conta o que fixen en Lisboa, botei en falta uns minutos de contextualización. Uns apuntamentos sobre a historia galega e lusa poderían ser moi clarificadoras para un público que, se cadra, a penas pode situarnos nun mapa. Ramom Flores foi moi incisivo ao solicitar á comunidade brasileira un maior compromiso suprimindo desnecesarios anglicismos que adoitan permanecer nas trducións ao portugués. O tempo non deu para máis e para min foi unha mágoa que Manuel Hermo, presidente de AGNIX, non poidera amosar a a súa inicitaiva de traducir ao galego a revista mensual do BrOffice.

Os distintos fusos horarios obrigaron a rematar a nosa presenza xusto á finalización da intervención de Suso. Ogallá teñamos máis oportunidades de colaboración como esta!

BrOffice

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Ensaio sobre a igualdade (na F-1 do 2007)

Este ensaio assinado pelo Flavio Gomes para Grande Prêmio bem pode valer de resumo dum ano na F-1:

Se tem um clichê que detesto é o tal “fulano sentiu a pressão”. Não que não faça sentido. Quando nasce uma frase feita, ela em geral tem bom encaixe à situação original. O problema é que os clichês se desgastam. “Fulano sentiu a pressão” é um deles. Por isso, farei de tudo para evitá-lo.

Lewis Hamilton perdeu um campeonato de bobeira. Sorte dele que é jovem, talentoso, e tem muito tempo de F-1 pela frente para recuperá-lo. Mas se nunca mais lutar por um título, vai lamentar até o fim dos dias o que aconteceu nas duas provas fatais desta temporada.

A McLaren não perdeu a taça para Raikkonen por conta de seu pretenso e obsessivo tratamento igualitário aos pilotos, totalmente mal gerido. Esse tipo de má administração de egos não é inédita, afinal. Às vezes dá certo, em outras não.

Com Senna e Prost, por exemplo, funcionou.

Naqueles anos de 1988 e 1989, Ron Dennis podia lançar os dois à arena sem se preocupar demais. Um deles ganharia o campeonato, de qualquer forma. Ayrton levou no primeiro ano, Alain no segundo. A superioridade dos carros vermelho e brancos era tão grande, que o máximo que poderia acontecer era surgir um clima de mal-estar no time. E esse ambiente ruim aflorou principalmente no segundo ano. Redundou na saída do francês, que achava que Dennis protegia Senna. Como Alonso acha que Hamilton é protegido. Mas tudo bem. A McLaren levou dois títulos de pilotos e dois de construtores do mesmo jeito. Não precisou que seus pilotos trocassem afagos e sorrisos.

Mansell & Piquet na Williams em 1986, por sua vez, não deu nada certo. Os dois ficaram se pegando o ano todo, mas a equipe tinha uma rival à espreita, a mesma McLaren. No fim das contas, Prost foi o campeão. Quando se afirma que ter dois pilotos de ponta sob o mesmo teto é um erro, aquele campeonato é o mais lembrado. Só que no ano seguinte Frank Williams insistiu no que fora um erro na temporada anterior e ganhou o título com Piquet. Portanto, deu certo, também. Demorou um pouco, mas o troféu está lá na sede da equipe.

O princípio da igualdade, como descobriu Alonso, é quase uma falácia. Porque não existem dois pilotos iguais. Um sempre terá maior simpatia do chefe. Ou dos mecânicos. Ou um engenheiro mais esperto. Ou uma estratégia de corrida mais favorável. E um sempre será mais rápido que o outro. Ninguém dirige igual.

Não foi a pregação pela igualdade de Ron Dennis que tirou o título da McLaren. No máximo, o discurso gerou um ambiente ruim. E, na prática, a igualdade foi para inglês ver. Hamilton era claramente protegido na equipe. Se isso não resultava em equipamento pior para Alonso, gerava, sim, um certo desequilíbrio. Emocional, que fosse. Aqui, pode-se argumentar que se Dennis tratasse os dois do mesmo jeito, de verdade, talvez o espanhol ganhasse o título. Correndo tranqüilo, usando sua experiência, dificilmente seria batido. Mas não aconteceu, e ele disputou metade da temporada sozinho na equipe. Ganhar seria um milagre.

Mas voltando à tese inicial, nada disso, preferências, birras, antipatias, nada disso foi a causa da perda do título por Hamilton. Note-se que, pela pontuação final, a ele bastariam quatro pontos em duas corridas para levar a taça. E ele não conseguiu fazer quatro pontos, quatro míseros pontinhos. Um quinto lugar. Ou dois sétimos. Não. Fez dois.

Hamilton perdeu o título porque, em resumo, cometeu nesses dois GPs os erros que não havia cometido nas primeiras 15 etapas de seu campeonato de estréia. Na contabilidade final, claro, foi muito bem. Terminou como vice-campeão, com quatro vitórias, um ponto atrás de Raikkonen. Não é fácil passar uma temporada inteira sem fazer bobagens. Seu saldo é, evidentemente, positivo. Vejam Alonso. Se não tivesse rodado sozinho no Japão, poderia ter sido campeão. Por esse prisma, perdeu o título por erro próprio, também. Não apenas porque Ron Dennis não gosta dele.

Ocorre que Lewis, o escolhido, demonstrou em Xangai e Interlagos um nervosismo que não parecia fazer parte de sua personalidade. Na China, poderia ter parado antes para trocar o pneu, por exemplo. Mas não foi nem a borracha na lona que o jogou na brita na entrada dos boxes. Fosse isso, teria rodado antes, em velocidades muito maiores. Foi bobeada, mesmo.

Idem no Brasil. O primeiro erro, tentar passar Alonso na primeira volta, foi besta e desnecessário. Mas a conseqüência não foi das maiores, as posições que perdeu seriam recuperadas em poucas voltas.

Apertar o botão de “neutral” no meio da curva, porém, não deu margem a recuperação. Hamilton estava com os nervos à flor da pele em Interlagos, essa é a verdade.

Acho que sentiu a pressão.

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Google xestiona o teu desexo de información (VI e remate)

Resumo

A seguir deixo un resumo dos artigos que fixen arredor de Google:

A idea desta serie, como llo dicía a Tonio respostando a un dos seus comentarios, debeuse a visionar o video El mundo según Google, aos documentos compartidos por Andrés Maneiro, á conferencia de Fernanda Weinen en Lisboa e maila investigación propia.

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Gotinhas de Interlagos

SÃO PAULO (lindo pôr-do-sol) – Só para dar combustível aos «anti-Hamilton», pequena lista que preparamos por aqui de episódios em que certa generosidade foi concedida ao inglês neste ano…

- Mônaco: Hamilton reclamou que a McLaren favoreceu Alonso na estratégia. A FIA abriu investigação do caso. Não deu em nada, mas foi a primeira punhalada no espanhol.

- EUA: Alonso reclamou que a McLaren favoreceu Hamilton, mas a FIA não abriu investigação alguma.

- Nürburgring: uma grua ergueu o carro de Hamilton e o devolveu à pista depois que ele atolou na brita. Todos os outros que atolaram igual ficaram chupando dedo.

- Hungria: FIA tira a pole de Alonso, punindo-o com a perda de cinco posições no grid porque ele demorou a sair dos boxes e impediu Hamilton de dar outra volta rápida. Mas, antes, Hamilton atrapalhou Alonso desrespeitando ordem do time para que lhe desse passagem na classificação. Questão de foro íntimo da McLaren na qual a FIA se meteu e acabou com a prova do espanhol.

- Itália: Hamilton corta uma chicane para passar Massa e fica por isso mesmo.

- Japão: Hamilton comete irregularidade atrás do safety-car que resulta em acidente entre Vettel e Webber, tirando segundo e terceiro colocados da corrida. Não foi punido nem no dia, nem na semana seguinte, quando foi aberta investigação. Na mesma prova, é tocado por Kubica num claro incidente de corrida, mas o polonês leva punição na hora.

- Brasil: Hamilton usa um jogo de pneus que não poderia na sexta-feira, mas só o time leva uma multa, de 15 mil euros. Na classificação, atrapalha Raikkonen e também fica por isso mesmo.

- Espionagem: como Alonso, é favorecido pela decisão da FIA de punir a equipe, mas não os pilotos.

São apenas fatos, uma lista deles. Agora, discutam vocês. Mas sejam civilizados. Isso aqui não é um embate negros x brancos, espanhóis x ingleses, Alonso x Hamilton. É apenas um campeonato de carros de corrida, não esqueçam.

No blig de Gomes com interesantes comentários.

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Google xestiona o teu desexo de información (V)

Google e mailo Sw Libre

Grazas a poder asistir no I FSL de Lisboa a un relatorio de Fernanda Weiden
sobre Google, empresa onde traballa xestionando o balanceamento de carga, resumo a filiación de Google co Sw Libre.

Google naceu con código libre e compoñentes hardware estándares. O seu vertixinoso crecemento seguíu así, integrando máis hardware estándar e sw libre. Detrás das innúmeras computadoras que posúe está GNU/Linux. No Google.com, no GMail… Tamén nas ferramentas (OpenSSL/SSH, Apache Axis), linguaxes de programación, compiladores, análise de datos, nas web toolkits e no 95% dos escritorios. Si, nos escritorios está o «Goobuntu«, unha sinxela e interna personalización dunha Ubuntu.

Por que o emprega? Para ser independentes de empresas forncedoras de aplicacións de software, investigar o necesario e adaptalo ás súas necesiades e porque resposta á ética empresarial.

Proba disto son as súas iniciativas de liberación de código, doazóns, parches (kernel Linux, Apache, OpenSSL/SSH, MySQL, Wine, Debian, Ubuntu…) ou até o seu coñecido Summer of Code.

Por que manteñen o Summer of Code? Porque mantén vivo un ecosistema de Sw Libre pois é bo para Internet e, polo tanto, tamén o é para Google. Tamén porque é un óptimo xeito de coñecer estudantes de todo o mundo e dispor dunha ampla canteira de ‘googlers‘ (quen traballa en Google).

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Aconteceu no I FSL de Lisboa

Representando a AGNIX no I Fórum Software Livre de Lisboa tiven a ocasión de participar con dúas palestras e coñecer a outros palestrantes, portugueses e brasileiros, sobor de todo éstes últimos pois eran a maioría.

A experiencia foi moi enriquecedora. Abrín varios contactos con quen representaba esas comunidades. Estaban aló o peso pesado Julio Neves, autor do «Livro livre e completo sobre bash» co cal procuraremos colaborar traducindo e publicando por aquí ese libro (olla a casa que Julio ten á venda, puro paraíso!); Fernanda Weiden, agora traballando en Google onde traballa xestionando o balanceamento de carga, representantes do Ministério de Planejamento do Brasil (Rogério Santana e Corinto Meffe) , Leandro Malaquías dando bos consellos migratorios, perdón «evolutivos» como ben dixo Marco Lima, CIO de VerticalOne, quen promoveu a miña presenza no evento.

Saín con Carlos, CEO de CTI TEGNIX, e toda a turma brasileira a cear ao Chapitô para logo seguir con Daniel Rouso a tomar algún cóctel e despois afondar nas rúas lisboetas.

O evento estivo coordinado por Ralf Braga (ten fotos!), quen xerou un ambiente moi entrañable mais, ao meu entender, e así o fixen saber, estivo pobre en canto a difusión e rigurosidade horaria.

Foi fantástico amosar un chisco da historia galega, iniciativas do goberno e da comunidade… ao público xeral emailos palestrantes cos que compartin a miña estadía. Máis dun levouse unha sorpresa. Por que unha sorpresa? É o que me pregunta o amigo Tonio nun comentario a este artigo. Pois realmente por varios detalles: descoñecemento dunha historia tan común, un idioma practicamente igual salvo, precisamente, aquela provocada pola separación histórica dende o medievo, por sermos «a quarta parte da povoação de São Paulo«, por termos moitas asociacións, varias iniciativas do goberno, outras varias da comunidade… en fin, que quedaron con bo sabor de boca.

Polo que parece, haberá máis eventos aos que ir ;-)

Nos vindeiros dias subirei fotos e completarei os artigos sobre Google co amosado por Fernanda no seu relatorio.

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Participarei no I FSL de Lisboa

Darei dúas (?) palestras representando a AGNIX no I Fórum Software Livre de Lisboa. Inicialmente convidáronme a dar as dúas mais comentei que podería intentar contactar con alguén da Xunta para participar na mesa «Software Livre no Governo» no canto de ser a miña visión persoal e non oficial do que está a acontecer na nosa comunidade. Se isto último non fora posible, daríao eu. Loxicamente a miña intervención versaría sobre o acordo progamático de goberno, PEGSI, as iniciativas incluidas en Mancomun.org, a Rede de Dinamización…

Onde seguro estarei será na mesa «Software Livre na Sociedade» para amosar a prolífica experiencia asociativa galega, tanto oficial como a informal conformada en grupos de localización como Galego21 e Proxecto Trasno. Tamén pretendo comentar as iniciativas Blogaliza e Chuza por sinalar uns exemplos galegos da actual web 2.0.

As dúas mesas acontecerán o venres 12 de outubro de 2007.

Agradezo sinceramente esta oportunidade e mailo interese amosado polo coordinador xeral do evento, Ralf Braga, así como e a Marco Lima por recomendar a miña presenza.

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Nas Xornadas de Sw Libre no Ensino de OuSLi

O primeiro que me chamou a atención das I Xornadas de Sw Libre no Ensino de OuSLi foi a cantidade de público congregado e, sobre todo, a súa calidade pois moita xente xa posuía experiencia co Sw Libre, algo realmente moi ilusionante dado que non moito tempo atrás isto non acontecía nin soñando. A organización estivo realmente á altura dos acontecementos froito dun traballo moi ben distribuido e coordinado, actuando sempre como unha auténtica piña. Todos os integrantes de OuSLi traballaron e se involucraron neste éxito. Vaia por diante a noraboa á organización!

A xornada do venres 5 de outubro comezou cao intervención de Mª José Rodríguez do CESGA. Explicou a enorme aceptación que está a ter a área de proxectos de teleformación no CESGA, todo ilo con servidores e aplicacións en sw libre.

O ensino de tecnoloxías de redes con sw libre foi impartido por Miguel Díaz-Cacho, docente da ESEI da Universidade de Vigo. Quédome sen calificativos se só digo que me fascinou. Foi un crescendo en canto á animación e en como gañaba a complicidade do público asistente. Persoalmente foi un privilexio poder coñecelo xunto á posibilidade de abrir algunha liña de colaboración e até, por que non, amizade.

Macada véu ex proceso dende Irlanda para participar na organización do evento mais tamén para achegar o sw libre ao público. Alén disto tiven tempo para compartir a viaxe ata o hotel, conversando sobre música de diversa índole, novas tecnoloxías ou a propia supervivencia en Irlanda.

Tralo acto inaugural, Suso Baleato, director de Proxectos FLOSS da Xunta de Galicia, comentou con gran claridade e simpatía a actual posición galega, tanto da sociedade como da economía e política arredor do sw libre. Nótase o traballo curtido dalgúns que levamos uns aniños neste eido. Sorprendeume moi positivamente.

Beatriz Montero amosounos os pormenores da Rede de Dinamización, proxecto no cal particpa indirectamente C.T.I. TEGNIX. O devandito proxecto está a ter un éxito insospeitado inicialmente e confío na súa continuidade polo ben da alfabetización dixital con sw libre na nosa comunidade.

O remate do dia véu con sorpresa. Campello non podía dar a súa conferencia por mor de problemas familiares e daquela ofrecinme a cubrilo. Na posterior cea decidiuse que si o faría.

Espertei ben cedo para ollar os adestramentos da F-1 así como para revisar o material que daría. O relatorio Directrices Migratorias penso que gustou pois recibín loubanzas de varias persoas e até unha invitación a incluir un artigo sobre o mesmo na revista da ATI, nomeadamente Novatica.

Seguidamente foron us turnos das experiencias en institutos. Teo Ramírez amosounos o Galinux, baseada nunha Slax. Logo do seu relatorio combinamos aloxar as distros na máquina que AGNIX posúe e ten no CESGA. Despois véu un incomensurable Manuel Morán, outro ao que se lle nota os aniños de dura loita contra as inclemencias na implantación de sw libre. Rematou esta tanda, Pedro Reina a quen xa coñecía da vez que o chamara para as Xornadas do Ensino do 2004.

O sono que levaba atrasado e mailo acumulado do dia anterior fíxome desistir continuar en canto á miña asistencia ao evento. Éste proseguirá os dias 19 e 20. Tamén irei, dende logo!

Por último, subliño a enorme ledicia que para C.T.I TEGNIX tivo poder comezar a patrocinar economicamente un evento, xusto neste caso de tanto éxito e cordialidade coa organización.

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O conto de Dennis descoberto. E as contas do mundial?

Dennis escancara: «Corríamos contra Alonso«.

«O problema foi a chuva e seus pneus (os de Hamilton) estavam na pior condição. Mas nós não estávamos preocupados com Kimi. Não estávamos correndo contra Kimi, estávamos correndo contra Fernando«, afirmou Dennis. E se alguém poderia, digamos, falar que foi questão de um julgamento de palavras, veio o complemento. «Kimi vencendo e Lewis chegando em segundo era adequado. Mas não funcionou assim

Foi do desespero ao bizarro a reação de Dennis nos pits assim que viu seu piloto atolar na brita da estreita entrada. Queria o dirigente empurrar, ajudar os fiscais de pista que nada podiam fazer. As mãos à cabeça, o sonho de ver seu «afilhado» quebrar um recorde. Mas, segundo Ron, não há ninguém a ser acusado.

O que sorprende é a rapidez dos acontecementos pois veño de enterarme que Alonso irá a Ferrari no 2009. Será certo ou outro rumor máis? Que fará o vindeiro ano? Hai alternativas para todos os gustos.

E as contas do mundial?

Das várias combinações de resultados possíveis em Interlagos, apenas e tão-somente uma é capaz de pôr Lewis Hamilton, Fernando Alonso e Kimi Raikkonen com a mesma quantidade de pontos. E se, por obra do destino, vier a acontecer, é o finlandês quem comemoraria o título de 2007.

Com a situação atual — Hamilton, 107 pontos; Alonso, 103; Raikkonen, 100 —, os três só poderiam se igualar em 108. Isso ocorreria se Kimi terminasse a prova brasileira em segundo, Fernando fosse quinto e Lewis, oitavo. Pela quantidade de vitórias na temporada, o piloto da Ferrari, com cinco, abraçaria a taça de campeão. Outras hipóteses equivalem dois pilotos em termos de pontuação.

Hamilton × Alonso

Cinco combinações podem rolar para que os dois empatem no Mundial. E em quatro delas, o inglês teria vantagem em virtude de posições intermediárias conquistadas ao longo das 17 etapas.

1) 113 pontos: para tal, Alonso ganharia o GP do Brasil e Hamilton seria terceiro. O bicampeão abraçaria o tri por ter obtido a quinta vitória no ano, uma a mais que Lewis;

2) 111 pontos: Alonso terminaria em segundo e Hamilton, em quinto. E justamente esta posição faria de Lewis campeão. Porque a campanha de ambos seria um clone em número em triunfos (quatro), segundos lugares (cinco), terceiros (três) e quartos (um). O inglês passaria a ter dois quintos contra um do parceiro nem tão parceiro de McLaren;

3) 109 pontos: um terceiro posto para Alonso e um sétimo ao inglês que deixariam o título com Hamilton por ter um segundo lugar a mais.

4) 108 pontos: mesma situação, acima, com Alonso em quarto e Hamilton em oitavo.

5) 107 pontos: também o mesmo caso, já que Alonso seria quinto e Hamilton não pontuaria.

Hamilton × Raikkonen

Raikkonen se daria bem num eventual empate de pontos com Hamilton, descartando Alonso. Só dois resultados podem provocar a igualdade.

1) 110 pontos: Raikkonen ganharia a sexta prova no ano e, com Hamilton em sexto no GP do Brasil, manteria suas quatro conquistas em corridas.

2) 108 pontos: Kimi alcançaria tal marca com um segundo lugar e Hamilton, com um oitavo. O número de vitórias ainda premiaria o finlandês, cinco a quatro.

Alonso × Raikkonen

Como em Hamilton vs. Alonso, são cinco combinações para que cheguem idênticos na tabela, mas apenas uma possível de lhes dar o título.

1) 108 pontos: Raikkonen seria segundo e Alonso, quarto. O número de vitórias a favor de Kimi funcionaria como desempate.

As outras situações em que terminariam juntos seriam com 106, 105, 104 e 103 pontos, menores do que já tem Hamilton atualmente.

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Google xestiona o teu desexo de información (IV)

Temos un novo Big Brother?

Os servizos que Google fornece están a arrasar á competencia. Así, Google eclipsa aos procuradores de Yahoo! e M$ con cifras moi elocuentes: é o motor de busca preferido polo 57% da sociedade norteamericana ou un 97% da española. O mesmo acontece co Google Earth co apenas coñecido World Wind da N.A.S.A., YouTube, Blogger… con contadas excepcións. Unha destas pode ser Flickr.

Se ademais entras (login) a través dun destes servizos, permaneces logueado nos seguintes servizos que visites. Por unha banda isto sirve para que disfrutes dunha atención personalizada á vez que enche de medo pois es rastrexado. Pode facer todo isto que Google sexa o novo Big Brother?

Din que non a gardan máis información persoal do que se considera normal… Si, mais canto é o normal? Dezaoito meses é a resposta. Por iso estivo na UE Peter Fleischer, o seu asesor neste eido. Di que o que fan é ‘anonimizar‘ os datos das procuras pasados os 18 meses, da mesma forma que un banco tacha os últimos números dun cartón de crédito. Iso permite que as procuras non se asocien a un computador determinado.

Non todos concordan con esta normalidade. Brewster Kahle, presidente de Internet Archive, non cre na neutralidade de algoritmos e Ian Brown, de Open Rights Group, non quere que a súa vida enteira estea almacenada e tratada aló. Temos un «Ministerio da Verdade»? Tampouco o ten claro John Perry Barlow, antigo letrista do grupo Grateful Dead, co-fundador da Electronic Frontier Foundation, actualmente o vicepresidente da Fundación, autor da «Declaración da Independencia do Ciberespazo». Tal declaración comeza tal que así:

Gobernos do Mundo Industrial, vós, cansos xigantes de carne e aceiro, vingo do Ciberespazo, o novo fogar da Mente. En nome do futuro, pídovos no pasado que nos deixedes en paz. Non sodes benvidos entre nós. Non exercedes ningunha soberanía sobre o lugar onde nos reunimos. Non eliximos ningún goberno, nin pretendemos telo, así que me dirixo a vós sen mais autoridade que aquela con a que a liberdade sempre fala.

Google, o novo Big Brother, foi fundado en 1998 por dous estudantes da Universidade de Stanford, Larry Page e Sergey Brin.- A compañía ofrece acceso a 10.000 millóns de páxinas web. A súa saída a Bolsa foi a máis soada desta década, chegando hoxe a valorizarse ata os 116.000 millóns de euros.

Rematarei proximamente esta pequena serie cun novo artigo que incluirá resumo, ligazóns e agradecementos.

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O mellor de Fuji foi Massa vs. Kubica

Moito se falará deste GP de F1 en Fuji. Porén, o máis salientable para min foi este on board de Felipe Massa na derradeira volta loitando contra Robert Kubica.

Con certeza, será lembrado co paso do tempo. Que será esquecido? As irregulares presións de neumáticos para a volta rápida de Alonso que lle farían perder unha decisiva pole por só 7 centésimas.

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