Mapa Autonómico do Sw Libre

Atopo no sitio web da empresa Virtua, S.L. un mapa da implantación do SwL nas Autonomías do Estado con data de febreiro de 2007. Vén con licenza Creative Commons e baseado nun mapa libre feito por Tony Rotondas.

Mapa Autonómico do SwL

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Mellorando a visualización das letras nos LCD

Nos escritorios GNOME normalmente deixaba a visualización das tipografías en "Suavizado de Subpíxel (LCD)".

Atopei unha alternativa que realmente mellorou o visualizado global. Vai a Sistema > Preferencias > Apariencia, preme en "Detalles" e logo aí elixe na sección "Suxestións" a opción "Lixeiro" deixando o resto como estaba (no meu caso a resolución en 96ppp, subpíxel (LCD) e orde de subpíxel RGB).

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Xornadas de Software Libre en Rianxo

Cartaz das Xornadas de SwL de RsCO sábado 6 de setembro Rianxo sen cabos xunto coa asociación AGNIX e o patrocinio do Concello de Rianxo organizan unhas Xornadas de novas tecnoloxías baseadas en Sw Libre no Cuartel vello de Rianxo.

Os temas a tratar serán:

  • Achegamento ao Software Libre (Roberto Brenlla).
  • Blogaliza, how-to (Pedro Silva).
  • A importancia do uso de padróns (Claudio F. Filho).
  • "Install Party" de sistemas baseados en GNU/Linux (Xavi Alonso e Álex González).

Ao remate das xornadas Rianxo sen cabos terá unha Asamblea xeral onde se tratarán temas de interese para todos os seus integrantes.

Máis en RsC.

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Curso Oficial de Ubuntu 8.04

Vexo en NoticiasLinux que está dispoñible o Curso Ubuntu Desktop Training escrito pola Canonical Ltd. e pola comunidade Ubuntu Training traducido a pt-br. É bastante didáctico, con moitas figuras, tratando os principais tópicos do escritorio Ubuntu 8.04 e os seus aplicativos máis comúns: efectos, ofimática, multimedia e moi máis xa que abonda dicir que consta de 348 páxinas.

Os temas tratados son:

  • Capítulo 1 - Presentación
  • Capítulo 2 - Explorando o Escritorio Ubuntu
  • Capítulo 3 - Usando internet
  • Capítulo 4 - Usando o OpenOffice.org
  • Capítulo 5 - O Ubuntu e os Xogos
  • Capítulo 6 - Personalizando o Escritorio e Aplicativos
  • Capítulo 7 - Facendo o Máximo con Imaxes e Fotos
  • Capítulo 8 - Executando Música e Vídeo
  • Capítulo 9 - Axuda e Soporte de Ubuntu
  • Capítulo 10 - Particionamento e Inicialización
  • Apêndice A - Instalando Controladores de Placas NVIDIA ou ATI
  • Apêndice B - Compiz Fusion e o Cubo para Principiantes

Para ter acceso a todo o curso, visita o blog ubuntu804-br.blogspot.com. Podes descargalo todo xunto seguinda calquera das ligazóns daquí.

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Gloobus, visualizador de arquivos ao estilo Apple

Un dos efectos visuais máis coñecidos que inclúen os trebellos da casa Apple é o visualizador de arquivos en 3D. Como de efectos en SwL andamos sobrados, velaquí o proxecto Gloobus (en Launchpad, Sourceforge e blog propio) disposto a demostralo.

Aínda está en fase de desenvolvemento pero xa tes paquetes deb dispoñibles e moi operativos. Así, a última versión namentres escribo esta entrada é a 0.0.25. Dela podes ollar este video:

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I FSD - Fórum de Segurança Digital (Lisboa)

Ralf Braga envia este anuncio:

A Segurança da Informação (e os suportes tecnológicos/digitais que sustentam a mesma) tem sido uma das preocupações que mais tem aumentado em todo mundo. A cada dia surgem novas técnicas, novos ataques, e novas defesas, tornando-se quase impossível para os profissionais terem tempo de se actualizar da forma devida, e as empresas acabam por não ter agenda para disponibilizar esses profissionais para a participação em formação e eventos, mas é preciso assumir que este é um investimento de grande valia.

Cada vez mais tem sido necessário aderir aos níveis de segurança solicitados por parceiros e clientes, bem como estar alinhado com as normas internacionais. Num mundo onde a Informação é o mais valioso activo dentro das empresas, é indispensável saber como lidar com os riscos inerentes à gestão deste activo, minimizando o impacto ou mesmo evitando ataques aos sistemas onde a Informação é guardada e transportada.

Tendo em conta todos estes factores, os idealizadores do I Fórum de Segurança Digital oferecem a todos profissionais do sector de segurança da informação, investigadores, académicos, security officers e auditores um fórum para se debater e trocar informações, não só sobre o presente mas também sobre o futuro da segurança da informação.

Perceba melhor como as principais empresas de tecnologia gerem os problemas inerentes à gestão da segurança da informação ao participar do I Fórum de Segurança Digital, com os principais profissionais do sector, nacionais e internacionais.

As inscrições para assistir esta conferência não são muitas e serão limitadas à quantidade de lugares disponíveis na sala. Para esta edição a organização do evento espera mostrar os rumos e diretrizes da segurança aos diversos profissionais de Segurança da Informação, Security Officers, Analistas de Segurança e Gestores de GRCs .

O FSD já conta com oradores da Alemanha, Russia, Itália, EUA, UK e Brasil, bem como outros oradores nacionais.

Mais informações em http://www.segurancadigital.org

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Movimento A2K - III Acess to Knowledge Global Conference

Chicão Junior envia este artigo:

Acontecerá entre os dias 8 a 10 de Setembro o 3º Acess to Knowledge Global Conference, que acontecerá no Geneva International Conference Centre (CICG).

O Movimento pelo Acesso ao Conhecimento  (ou Acess to Knowledge - A2K) surgiu dos principios encorporados no Tratado de Acesso ao Conhecimento em um chamado do Brasil e da Argentina em cima da agenda de desenvolvimento da WIPO (World Intelectual Property Organization -  Organização Mundial de Propriedade Intelectual), com  o intuito de facilitar o acesso ao conhecimento aos países em desenvolvimento e assegurar a viabilidade de inovações no que corresponde as possibilidades de acesso.

O movimento pelo Acesso ao Conhecimento está fortemente vinculado ao ambiente acadêmico, apesar do movimento não se restrigir à propria academia. Os ideais do movimento A2K estão preocupados com a utilidade da produção cientifica no que cerne aos problemas da sociedade, buscando resolver a enorme brecha que existe entre o ambiente academico e a sociedade no sentido de quebrar o conservadorismo da pesquisa  com fins em si mesma. Se utilizando da propria internet como veiculo facilitador principal do acesso a informação, o A2K segue as tendencias dos ideais dos movimentos pelo combate a exclusão social através da educação.

Segue aqui informações traduzidas do site da GAID sobre o III Acess to Knowledge Global Conference.

“Acesso ao conhecimento é essencial para promover os direitos humanos, desenvolvimento economico e cultural, inovação, liberdade individual e criatividade. A 3ª Conferencia de Acesso ao Conhecimento irá reunir acadêmicos, politicos, industriais e a sociedade civil para discutir as questões chaves nas politicas globais de conhecimento. Os topicos irão incluir : a historia, o impacto e o futuro do movimento global pelo Acesso ao Conhecimento; relacionamento entre o Acesso ao Conhecimento e os direitos humanos; Acesso ao conhecimento e a agenda de desenvolvimento do WIPO (World International Property Organization); o impacto das regras de comercio internacional no Acesso ao Conhecimento; exceções e limitações de copyright na sociedade da informação;  modelos de open-bussiness;  pesquisa e capacitação para o Acesso ao Conhecimento; prêmios como alternativas ao monopolios de propriedades intelectuais; provomendo acesso à ciencia e a pesquisa; tecnologias de acesso como comunidades wireless, open-source, e padrões abertos; e mobilização publica na esfera digital global.”

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SwL e a Xestion Pública Intelixente

Manuel Hermo (AGNIX) comentoume este artigo de Fernando Henrique Leme que agora deixo traducido:

Hai poucos anos este tema tería pouco sentido. Nun mundo plenamente físico, de papeis datilografados e procesos acumulados en arquivos reais cheos de po non habería discusión sobre a natureza da xestión da información. Ese mundo en vías de extinción abriu camiño a outro no que hai arquivos dixitais aquí e acolá, no que os Tribunais se encargan de ofrecer o seu material pola internet e no que os mecanismos de xestión ou simple administración cotiá prodúcense e encóntranse todos consolidados sobre unha estrutura informática e computacional.

Neste mundo non había alternativas para o usuario común. Houbo necesidade de recorrer a sistemas operativos "pechados". Dise "pechada" á toda propiedade intelectual cuxo código-fonte é inacessível e cuxa copia, distribución ou simple uso son prohibidos ao que non adquire a licenza para tanto.

Microsoft, empresa de Bill Gates, obtivo cifras que fan envexa ao simple exportador de comoditties minerais (que á súa vez xa confirerem ganancias considerables) por que fixo uso da súa posición de único sistema amplamente difundido tornándose un case monopolio para PC's de uso doméstico e empresarial. A súa gran vantaxe consistía no traxe de que seu gran competidor, o Macintosh da Apple de Steve Jobs se baseaba nun modelo aínda máis "pechado". A empresa de Jobs producía a parte física e a parte lóxica de seus equipamentos, creando produtos tecnicamente competentes, porén economicamente proibitivos ao grande público.

Valéndose da ampla popularidade do chamado computador persoal, sistema que por sinal opera a través de estándares abertos a través do cal moitas empresas poden producir material para construír computadores usando as mesmas configuracións-chave de interoperabilidade, creando competitividade e reducindo os custos ao consumidor final, Microsoft terminou por dominar o mercado e impor ao mesmo, estratexias comerciais que recentemente teñen sido duramente atacadas. Como é o caso do Unión Europea que a condenou por abuso de posición dominante no mercado a pagar unha multa de R$ 1300 millóns. Tal entendemento é o de que, de acordo coa lei antitrust, a Microsoft debería permitir que outros desenvolvedores tivesen acceso a determinadas partes de seu código para que fose posiblel construír software que operase tan ben no Windows canto operan o Microsoft Office e o Windows Medía Player, por exemplo.

Este escenario sempre pareceu monstruoso ao observador atento. Calquera usuario en calquera computador atópase atado a ferros nunha estrutura na cal el só entrará a través dun custo financeiro considerable ou pola piratería. Dada a imposibilidade da segunda hipótese cando se trata da cousa pública, o xestor de boa-fe vese obrigado a gastar parte importante dos seus recursos na adquisición de tales licenzas. Aí entra o Software Libre (SwL).

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Análise da popularidade de GNU/Linux no mundo

GNU/Linux no mundoO mapa de GNU/Linux está constantemente cambiando cunha comunidade moi forte tanto desenvolvendo como usando. Mais, onde é máis popular? Cales distros son as máis populares?

Para respostar estas cuestións Royal Pingdom ollou os datos obtidos pola ferramenta de Google nomeada Insights for Search.

Alén de procurar Linux incluíronse varias distros: Ubuntu, OpenSUSE, Fedora, Debian, Red Hat, Mandriva, Slackware e Gentoo.

Como determinaron a popularidade?

Ollando por termos específicos e por rexións. Por exemplo, “Linux” ou “Ubuntu” por zonas. Google chámao “interese rexional”.

Se unha alta proporción de procuras nun país refírense ao termo “Linux” isto debería indicar o popular que é GNU/Linux nese país ou alomenos o nível de interese.

Popularidade global de Linux

A nível global, o interese por GNU/Linux semella ser máis elevado en India, Cuba e Rusia, seguido da Chequia, Indonesia e Bangladesh. O primeiro país occidental en popularidade é Alemaña co 10º posto na xeral.

Popularidade global de distribucións

Das oitos seleccionadas obténse estes resultados:

  • Ubuntu é máis popular en Italia e Cuba.
  • OpenSUSE o é en Rusia e Chequia.
  • Red Hat en Bangladesh e Nepal.
  • Debian en Cuba.
  • Cuba está no top-cinco con tres das oito distros elexidas na enquisa.
  • Indonesia está no top-cinco con catro.
  • Rusia e Chequia están con cinco no top-cinco.
  • EE.UU. non está no top-cinco de ninghuna disto.

Persoalmente considero que os resultados ofrecidos son un tanto ilusorios dado que rexións e países como Estremadura ou Brasil apenas figuran encabezando as listas sendo os pioneiros neste eido. Probablemente porque o conxunto de usuarios e desenvolvedores han ir directamente a portais especializados e ben maduros.

Estas e outras puntualizacións poderían engadirse, con certeza.

O estudo foi atopado grazas a esta fonte.

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Caso de éxito: Casas Bahia con servidores GNU/Linux

Casas Bahia é unha cadea de 540 tendas espalladas por 7 estados do Brasil alén do distrito federal, dando emprego a 53.000 persoas e facturando uns 6.000 millóns de dólares. Iso obrígalles a xestionar unhas 3,5 millóns de transaccións comerciais por hora cuns servidores que ademais ofrecen os resultados empresariais obtidos en tempo real.

Para ilo teñen que ter a certeza de que os servidores irán estar sempre 100% operativos. Levan con GNU/Linux cinco anos e o seu xerente de tecnoloxías da información sinala que nunca sufriron paradas, "nem um segundo".

Paga a pena ollares este video publicitario da Novell (ogg, mpeg) en pt-br con subtítulos en inglés ou directamente neste video colgado en YouTube:

Fonte.

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Implementación de Servidores con GNU/Linux

Con esta licenza Creative Commons está dispoñible a versión actualizada en agosto 2008 do libro de Joel Barrios Dueñas titulado "Implementación de Servidores con GNU/Linux" baseado en CentOS 5. Consta de 518 páxinas froito de 9 anos de traballo.

Podes descargalo directamente aquí, ou atopándoa na sección de documentación de Alcance Libre. Este sitio tamén ten unha ampla colección de manuais.

Fonte.

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Amigus Party Verán 2008

Os dias 21, 22 e 23 de agosto no Lar de ENDESA terá lugar unha nova edición da amigus-party, outra vez co-organizada co concello das Pontes, coa colaboración do Grupo de Empresa de ENDESA,  mancomun.org, o CESGA, a Consellería de Innovación e Industria, e Openor.

Para asistir á amigus-party verán-2008 debes vir equipado co teu ordenador e todo o necesario para poder conectalo a un só enchufe. Ten en conta que tes dereito a unha praza onde instala-lo teu ordenador e a un enchufe de rede eléctrica e outro de rede de datos. O resto deberás traelo ti.

Os horarios da amigus-party verán-2008 son os seguintes:

Abrimos o xoves ás 10:00 da maña ata as 02:00 da madrugada do venres.
O venres empezaremos as 10:00 da maña ata o sábado ás 20:00 da tarde.
Se a noite do venres vemos que fai falla pechar, abrirase de novo o sábado ás 10:00 da maña.

O prazo de inscripcion remata o 20 de agosto ás 12.00 horas, a inscrición pódela realizar cubrindo este formulario.

Máis nesta páxina de Amigus.

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xrandr, traballando con dous monitores

Teño un novo portátil Dell XPS M1330 cunha tarxeta Intel Corporation Mobile GM965/GL960 (comproba a túa coa saída de "lspci -x | grep VGA") e un monitor externo que podía empregar para estender o meu escritorio. Para ilo aconselláronme empregar o programa xrandr que vén co propio servidor gráfico X.org en calquera distro (na Ubuntu Hardy vén co paquete x11-xserver-utils).

Poñendo mans á obra, atopei estas ligazóns (Linux Graphics Drivers from Intel e unha entrada no blog de Zecamarada) onde puiden entender o seu funcionamento. Con elas lidas fiixen unha copia do arquivo "/etc/X11/xorg.conf" e logo engadín unhas liñas á sección "Screen":

...
Section "Screen"
    Identifier    "Screen0"
    Device        "Intel0"
    Monitor        "monLVDS"
    Defaultdepth    24
    SubSection "Display"
        Depth    24
        Modes        "1280x800"
## Horizontalmente: 2560 = 1280 + 1280
## correspondentes ás resolucións horizontais
## máximas dos monitores que teño
## Verticalmente: 2304 = 1280 + 1024
## resolucións verticais máximas dos monitores
## que teño, se o externo está xirado
        Virtual     2560 2304
    EndSubSection
EndSection
...

Tras isto reiniciei o servidor gráfico (podes facelo con Ctrl-Alt-Retroceso premidas á vez), conectei o monitor externo ao portátil e abrín unha consola. Nela fun facendo probas ata sentirme a gusto coa seguinte combinación:

xrandr --output VGA --mode 1280x1024
xrandr --output LVDS --mode 1280x800 --below VGA

Agora traballo co monitor externo como se estivera enriba do portátil e podo abrir aplicacións movéndoas para onde me pete, o mesmo cos paneis. No meu caso optei por deixar o monitor grande co navegador permanentemente aberto (botón dereito do rato sobre a barra de titulo, opción "Sempre no espazo de traballo visible").

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Open Everything, proposta para un mundo aberto

O dia 22 de agosto será a segunda parte de cinco dun evento que está promovendo o intercambio de todo o que é “open” no mundo. Open Everything é un evento para debatir que é o conceito “open” e que accións se están a promover con esa bandeira.

A filosofía do evento está nas prioridades do que sería a idea dalgunha cousa aberta. Hai debates sobre novos modelos de negocios, eventos, artes, ciencias, filantropía, tecnoloxías e todo o que se pode considerar dentro da verba open. Os pioneiros da idea do Open Everything son Mark Surman, director xerente de telecentre.org, Jason Mogus, xefe executivo de Communicopia, David Eaves e Michael Lewkowitz, dono da Igniter Incorporated, englobando outros idealistas, organizadores e instituicións cuxo foco son as accións de cuño open.

O axenda de eventos do Open  Everything está organizada da seguinte forma:

Tes máis neste artigo orixinal promovido por esta fonte.

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Nível de tinta da impresora con Libinklevel

Grazas á biblioteca libre Libinklevel desenvolvéronse diversas aplicacións coas que podes coñecer de xeito gráfico ou por liña de comandos o nívle de tinta de diversas impresoras soportadas polo proxecto.

As aplicacións dispoñibles son:

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